ARCO Lisboa 2025
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Vista de stand G01. Foto: Bruno Lopes
Enquanto os seres humanos entram numa era para além do seu controlo com a introdução da IA, os nossos caminhos tornam-se pouco claros, à medida que regredimos para uma ignorância fantasiosa em busca de planícies beligerantes que evitem a ascensão da nossa auto-evicção e existência na Terra. Ainda assim, existe uma dádiva e um prazer em experimentar o que é tocado e criado pelas nossas mãos. As imperfeições que surgem como resultado de algo fisicamente feito por nós – em oposição à precisão do que é feito à máquina – tornam-se mais desejáveis, pois são mais autênticas. Tendo em conta esta ideia, exploramos as práticas de sete artistas cujas obras revelam claramente o toque das suas mãos.
Claire de Santa Coloma
Sem título (céu), 2021
Tinta da china sobre papel Arches 300g, 114 x 150 cm
Sem título (céu), 2021
Tinta da china sobre papel Arches 300g, 114 x 150 cm
Mis pajaros #2, 2010
Tinta da china sobre papel, 76.5 x 65 cm
Mis pajaros #2, 2010
Tinta da china sobre papel, 76.5 x 65 cm
Sem título, 2010
Tinta da china sobre papel, 76.5 x 65 cm
Sem título, 2010
Tinta da china sobre papel, 76.5 x 65 cm
Sem título, 2011
Tinta da china sobre papel, 77 x 64 cm
Sem título, 2011
Tinta da china sobre papel, 77 x 64 cm
Heart, 2024
Madeira de Algarrobo, 32 x 23 x 16 cm
Raya, 2024
Madeira de Radica, 54 x 50 x 12 cm
Sem título (céu), 2021
Tinta da china sobre papel Arches 300g, 114 x 150 cm
Mis pajaros #2, 2010
Tinta da china sobre papel, 76.5 x 65 cm
Sem título, 2010
Tinta da china sobre papel, 76.5 x 65 cm
Sem título, 2011
Tinta da china sobre papel, 77 x 64 cm
Sem título, 2011
Tinta da china sobre papel, 77 x 64 cm
A obra escultórica de Claire de Santa Coloma (1983, Buenos Aires, AR/FR) incide sobre questões formais, que pretendem focar-se na primordialidade da matéria (que é quase sempre a madeira) e no tema da escultura em si. A economia de materiais é um dos princípios regentes na sua prática, muitas vezes ditando a forma do objeto final. A relação entre o espectador e a escultura é outra camada importante na leitura da sua obra, tendo sido, conceptualmente, o fio condutor das suas últimas exposições individuais.
Fernando Mello Brum
Pale Land, 2025
Óleo e bastão de óleo sobre tela, 160 x 130 cm
Pale Land, 2025
Óleo e bastão de óleo sobre tela, 160 x 130 cm
Phantom galaxy, 2025
Óleo sobre tela, 90 x 90 cm
Pale Land, 2025
Óleo e bastão de óleo sobre tela, 160 x 130 cm
Phoenix A, 2025
Óleo e bastão de óleo sobre tela, 140 x 110 cm
As pinturas de Fernando Mello Brum (Rio de Janeiro, 1989) resultam de uma observação atenta do cotidiano, porém, não representam uma realidade objetiva, incentivando, em vez, uma leitura subjetiva e poética da paisagem. O seu trabalho explora também questões inerentes à própria pintura, como a sobreposição de camadas, o equilíbrio cromático e a materialidade.
Inês Brites
Lacrimal, 2025
Parafina, pigmento, alfinetes, vidro, 138 x 12 x 12 cm
Lacrimal, 2025
Parafina, pigmento, alfinetes, vidro, 138 x 12 x 12 cm
Um cálculo delicado, 2023
Cera, algodão, pigmento, cerâmica, lã, 70 x 41.5 x 16 cm
Um cálculo delicado, 2023
Cera, algodão, pigmento, cerâmica, lã, 70 x 41.5 x 16 cm
be extra careful with heartfires (hug), 2023
Parafina, pigmento, algodão, 11 x 129 x 26 cm
be extra careful with heartfires (hug), 2023
Parafina, pigmento, algodão, 11 x 129 x 26 cm
Lacrimal, 2025
Parafina, pigmento, alfinetes, vidro, 138 x 12 x 12 cm
Um cálculo delicado, 2023
Cera, algodão, pigmento, cerâmica, lã, 70 x 41.5 x 16 cm
be extra careful with heartfires (hug), 2023
Parafina, pigmento, algodão, 11 x 129 x 26 cm
Uma incurável necessidade de compreender, 2025
Resina epoxy, cera, parafina, pigmento, frasco de perfume em vidro, 20 x 75 x 46 cm
O trabalho de Inês Brites (Coimbra, 1992) refere-se ao que é familiar, partindo de objectos encontrados e produzidos, numa conversa exploratória dos materiais e da sua finalidade. Usando técnicas pouco ortodoxas, a artista questiona o significado dos objectos, analisando o impacto destes corpos no indivíduo, na sociedade e na cultura, através das memórias do nosso quotidiano e intimidade
João Ferro Martins
Sem título, 2025
Esmalte sobre vidro, madeira, JFM310
Sem título, 2025
Esmalte sobre vidro, madeira, JFM310
Sem título, 2025
Silicone sobre painel solar, 34.5 x 34 cm
Sem título, 2025
Silicone sobre painel solar, 34.5 x 34 cm
Sem título, 2025
Silicone sobre painel solar, 34.5 x 34 cm
Sem título, 2025
Silicone sobre painel solar, 34.5 x 34 cm
Holding on Contradiction, 2020
Cadeiras e esticador, Dimensões variáveis
Holding on Contradiction, 2020
Cadeiras e esticador, Dimensões variáveis
Compêndio #46, 2020
Alfinetes, pedra, 8 x 12 x 10 cm
Compêndio #46, 2020
Alfinetes, pedra, 8 x 12 x 10 cm
Sem título, 2021
Fita de poliéster e moldura, 100 x 70 x 4 cm
Sem título, 2021
Fita de poliéster e moldura, 100 x 70 x 4 cm
Sem título, 2025
Esmalte sobre vidro, madeira, JFM310
Sem título, 2025
Silicone sobre painel solar, 34.5 x 34 cm
Sem título, 2025
Silicone sobre painel solar, 34.5 x 34 cm
Holding on Contradiction, 2020
Cadeiras e esticador, Dimensões variáveis
Compêndio #46, 2020
Alfinetes, pedra, 8 x 12 x 10 cm
Sem título, 2021
Fita de poliéster e moldura, 100 x 70 x 4 cm
Disques colorés (ocre), 2017
Acrílico sobre discos de vinil, estrutura de alumínio, 150 x 30 x 3 cm
A obra de João Ferro Martins (Santarém, 1979) é caracterizada pela diversidade disciplinar e o uso de objets trouvés. Trabalhando com pintura, instalação, desenho, performance e música, o artista apropria-se de objectos ou imagens do quotidiano, tanto coleccionadas como pessoais, e confere-lhes novos significados, traduzindo ideias e memórias para o que é real e concreto.
Juan Tessi
The Reluctant Bride, 2018
Cerâmica, marcador permanente, álcool sobre tela, 194.5 x 141 cm
The Reluctant Bride, 2018
Cerâmica, marcador permanente, álcool sobre tela, 194.5 x 141 cm
Santo y Centauride, 2018
Óleo sobre tela, 46.5 x 47 cm
Santo y Centauride, 2018
Óleo sobre tela, 46.5 x 47 cm
The Reluctant Bride, 2018
Cerâmica, marcador permanente, álcool sobre tela, 194.5 x 141 cm
Santo y Centauride, 2018
Óleo sobre tela, 46.5 x 47 cm
Sem título, 2018
Óleo sobre tela, 37.5 x 47 cm
Pintor Grunon, 2022
Óleo sobre tela, 69.5 x 58.5 cm
O trabalho de Juan Tessi (Lima, Peru, 1972) tem vindo a desenvolver-se no sentido de estudar o corpo. Não necessariamente o corpo humano, mas sim os elementos que compõem uma qualquer figura. Da mesma forma, procura explorar a pintura em si, usando, para além da tinta, a tela e os seus limites como componentes da sua morfologia.
Nuno Sousa Vieira
Lugar de começo / retoque 8#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão | Oil on linen and stitching with cotton thread
42.5 x 32.5 x 4 cm
Lugar de começo / retoque 8#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão | Oil on linen and stitching with cotton thread
42.5 x 32.5 x 4 cm
Lugar de começo / retoque 7#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão | Oil on linen and stitching with cotton thread
42.5 x 32.5 x 4 cm
Lugar de começo / retoque 7#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão | Oil on linen and stitching with cotton thread
42.5 x 32.5 x 4 cm
Lugar de começo / retoque 6#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão, 42.5 x 32.5 x 4 cm
Lugar de começo / retoque 6#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão, 42.5 x 32.5 x 4 cm
Sem pisar o chão , 2024
Tinta acrílica sobre MDF enrolado, sapato esquerdo e contraplacado de madeira, 100 x 58 x 19 cm
Sem pisar o chão , 2024
Tinta acrílica sobre MDF enrolado, sapato esquerdo e contraplacado de madeira, 100 x 58 x 19 cm
Para não ficarmos sujeitos a um exterior qualquer I, 2014
Portada de madeira do ateliê do artista intervencionadas, madeira de pinho e ferragens, 220 x 260 x 55 cm
Para não ficarmos sujeitos a um exterior qualquer I, 2014
Portada de madeira do ateliê do artista intervencionadas, madeira de pinho e ferragens, 220 x 260 x 55 cm
Prefiro as linhas tortas I, 2017
Ferro lacado, borracha e grafite sobre caderno meio isométrico, 300 x 80 x 5 cm
Prefiro as linhas tortas I, 2017
Ferro lacado, borracha e grafite sobre caderno meio isométrico, 300 x 80 x 5 cm
Lugar de começo / retoque 8#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão | Oil on linen and stitching with cotton thread
42.5 x 32.5 x 4 cm
Lugar de começo / retoque 7#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão | Oil on linen and stitching with cotton thread
42.5 x 32.5 x 4 cm
Lugar de começo / retoque 6#, 2025
Óleo sobre linho e costura com linha de algodão, 42.5 x 32.5 x 4 cm
Sem pisar o chão , 2024
Tinta acrílica sobre MDF enrolado, sapato esquerdo e contraplacado de madeira, 100 x 58 x 19 cm
Para não ficarmos sujeitos a um exterior qualquer I, 2014
Portada de madeira do ateliê do artista intervencionadas, madeira de pinho e ferragens, 220 x 260 x 55 cm
Prefiro as linhas tortas I, 2017
Ferro lacado, borracha e grafite sobre caderno meio isométrico, 300 x 80 x 5 cm
Prefiro as linhas tortas II, 2017
Ferro lacado, borracha e grafite sobre caderno meio isométrico, 300 x 80 x 5 cm
O trabalho de Nuno Sousa Vieira (1971, Leiria, Portugal) tem sido desenvolvido em estreita articulação com a antiga fábrica de plásticos SIMALA, onde estabeleceu o seu ateliê entre 2001 e 2021. As suas esculturas, compostas por variados materiais fabris, elementos arquitetónicos, e móveis descartados, são o resultado de um processo que envolve a transladação do espaço de trabalho para material de trabalho e, por fim, para matéria de trabalho.
Tiago Baptista
The lonely fossile, 2025
Óleo sobre tela, 190 x 158 cm
The lonely fossile, 2025
Óleo sobre tela, 190 x 158 cm
Tiago Baptista
Sem título, 2024
Óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Tiago Baptista
Sem título, 2024
Óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Fungus Fossile, 2025
Óleo, spray e esmalte sobre tela, 24 x 30 cm
Fungus Fossile, 2025
Óleo, spray e esmalte sobre tela, 24 x 30 cm
Ocaso Pristíno, 2024
Óleo e tinta spray sobre tela, 24 x 18 cm
Ocaso Pristíno, 2024
Óleo e tinta spray sobre tela, 24 x 18 cm
Voo luminoso sobre malha, 2023
Óleo sobre tela, 33 x 41 cm
Voo luminoso sobre malha, 2023
Óleo sobre tela, 33 x 41 cm
O arco-íris debaixo de terra, 2023
Óleo e spray acrílico sobre tela, 24.5 x 30.5 cm
O arco-íris debaixo de terra, 2023
Óleo e spray acrílico sobre tela, 24.5 x 30.5 cm
Sem título (Pirite debaixo do sol), 2023
Óleo e spray acrílico sobre tela, 24 x 30 cm
Sem título (Pirite debaixo do sol), 2023
Óleo e spray acrílico sobre tela, 24 x 30 cm
The lonely fossile, 2025
Óleo sobre tela, 190 x 158 cm
Tiago Baptista
Sem título, 2024
Óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Fungus Fossile, 2025
Óleo, spray e esmalte sobre tela, 24 x 30 cm
Ocaso Pristíno, 2024
Óleo e tinta spray sobre tela, 24 x 18 cm
Voo luminoso sobre malha, 2023
Óleo sobre tela, 33 x 41 cm
O arco-íris debaixo de terra, 2023
Óleo e spray acrílico sobre tela, 24.5 x 30.5 cm
Sem título (Pirite debaixo do sol), 2023
Óleo e spray acrílico sobre tela, 24 x 30 cm
A conversa enredada das conchas, 2023
Óleo sobre tela, 178 x 172 cm
A pintura de Tiago Baptista (Leiria, 1986) é, “num primeiro deslumbre (…) como uma sequência de paisagens que nos confronta com imagens que detêm uma forte componente cinematográfica, no sentido em que cada pintura é como um momento de uma narrativa que se encontra num espectro de outras narrativas” (João Silvério, 2017).