João Ferro Martins

Vista de exposição, "F-A-C-E", HANGAR - Centro de Investigação Artística, Lisboa, 2025. Foto: Ana Garrido

Vista de exposição, "F-A-C-E", HANGAR - Centro de Investigação Artística, Lisboa, 2025. Foto: Ana Garrido

Vista de exposição, "It's painted on her shirt in capitals", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2024. Foto: Bruno Lopes

Vista de exposição, "It's painted on her shirt in capitals", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2024. Foto: Bruno Lopes

Vista de exposição, "Ensaio para uma Comunidade", curadoria de Paulo Mendes, MAAT, Lisboa, 2021

Vista de exposição, "Ensaio para uma Comunidade", curadoria de Paulo Mendes, MAAT, Lisboa, 2021

Vista de exposição, "Objectos em Eterno Colapso", Pavilhão Branco, Galerias Municipais, Lisboa, 2020

Vista de exposição, "Objectos em Eterno Colapso", Pavilhão Branco, Galerias Municipais, Lisboa, 2020

Vista de exposição, "Objectos em Eterno Colapso", Pavilhão Branco, Galerias Municipais, Lisboa, 2020

Vista de exposição, "Objectos em Eterno Colapso", Pavilhão Branco, Galerias Municipais, Lisboa, 2020

Vista de exposição, "Constelações III", Museu Berardo, Lisboa, 2020.
(foto: Rita Carmo)

Vista de exposição, "Constelações III", Museu Berardo, Lisboa, 2020.
(foto: Rita Carmo)

Vista de exposição, "condition report", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2020

Vista de exposição, "condition report", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2020

Vista de exposição, "Fermata", CAPC, Coimbra, 2019

Vista de exposição, "Fermata", CAPC, Coimbra, 2019

Vista de exposição, "La cosa che vuoi dirmi è bella o brutta?", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2014

Vista de exposição, "La cosa che vuoi dirmi è bella o brutta?", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2014

João Ferro Martins (Santarém, 1979), licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha. Vive e trabalha em Lisboa. A sua obra é caracterizada pela diversidade disciplinar e o uso de objets trouvés. Trabalhando com pintura, instalação, desenho, performance e música, o artista apropria-se de objectos ou imagens do quotidiano, tanto coleccionadas como pessoais, e confere-lhes novos significados, traduzindo ideias e memórias para o que é real e concreto.

Exposições individuais recentes incluem: F-A-C-E, HANGAR – Centro de Investigação Artística, Lisboa (2025); It’s painted on her shirt in capitals, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2024); Objectos em Eterno Colapso, curadoria de Tobi Maier, Pavilhão Branco (Galerias Municipais de Lisboa), Lisboa (2020); condition report, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2020); Fermata, CAPC, Coimbra (2019); Sotille sfumatura di rumore, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2017).

Das exposições coletivas destacam-se: Turn around. Um olhar sobre a Coleção de Arte Fundação EDP, curadoria de João Pinharanda, Margarida Chantre e Sérgio Mah, Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia – MAAT, Lisboa (2026); Da dobra que chama e traz – Obras em papel da Coleção Figueiredo Ribeiro, com curadoria de Catarina Mel e Ricardo Escarduça, Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (2025); Fenda, com curadoria de Joaquim Oliveira Caetano e Francisca Portugal, Fundação Eugénio de Almeida, Évora (2023); Garganta, curadoria de Raphael Fonseca, Centro Internacional de Artes José de Guimarães, Guimarães (2022); The Happy Death of Images, curadoria de Bruno Humberto & Franek Ammer, Muzeum Książki Artystycznej, Łódź, PL (2022); Pintura: Campo de Observação Parte II, curadoria de João Pinharanda, Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (2021); Ensaio para uma Comunidade, curadoria de Paulo Mendes, MAAT, Lisboa, PT (2021); Dear Image (Part I), 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, PT (2020); Constelações III, Museu Berardo, Lisboa (2020); O que não temos podemos criar, curadoria de Kasia Sobczak & PADA Studios, Fábrica Tinco, Barreiro, PT (2020); Wait, Museu Berardo, Lisboa (2019); Ciclo Cosmo/Política #2 – Conflito e Unidade, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira (2018); Germinal – O Núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP, MAAT, Lisboa (2018); THEM OR US! Um Projecto de Ficção Científica Social e Política, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); Artistas comprometidos? Talvez, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (2014); Prémio EDP Novos Artistas Fundação EDP, Porto (2013); Visões do Desterro, Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2013); I wish this was a song, Music in Contemporary Art, Nasjonalmuseet, Museet for samtidskunst, Oslo (2012).

Em palco co-criou e interpretou: O Declive e a Inclinação e A Morte nos Olhos com Alexandre Pieroni Calado. Desde 2013 que produz temas sonoros originais para Teatro e Filme. Fez cenografia e figurinos para a peça O limpo e o sujo de Vera Mantero de 2016. É fundador, juntamente com Hugo Canoilas, do coletivo A kills B com o qual esteve presente em: Nam June Paik Art Center, Seul em 2008; exibiu o projecto A mata B na F.C.Gulbenkian, Lisboa em 2012; e atuou no Palais de Tokyo, Paris em 2013. É fundador juntamente com André Tasso e Bruno Humberto do projecto de música improvisada Catarata.

Coleções relevantes incluem: Fundação EDP, Portugal; Coleção Figueiredo Ribeiro, Portugal; Coleção Bjorn & Gundorph, Dinamarca; Coleção Daniel Cervantes, Espanha; Coleção Nasjonalmuseet, Noruega; Coleção Marin Gaspar, Portugal; Colecção de Arte Contemporânea do Estado, Portugal; Coleção Oliva Arauna, Espanha; e Colecção Vasco Santos, Portugal.

 

Obras seleccionadas

Peiture semi-volumétrique #1, 2026
Ferro lacado, 150 x 22 x 11 cm

Peiture semi-volumétrique #1, 2026
Ferro lacado, 150 x 22 x 11 cm

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Arpeggio, 2025
Madeira, plataforma para botija de gás, ferragens,
diversos cabos, 163 x 74 x 40 cm

Arpeggio, 2025
Madeira, plataforma para botija de gás, ferragens,
diversos cabos, 163 x 74 x 40 cm

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Sem título, 2025
Esmalte sobre vidro, madeira, 79 x 65 x 5 cm

Sem título, 2025
Esmalte sobre vidro, madeira, 79 x 65 x 5 cm

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Sem título, 2024
Bateria, carro de transporte, fita de carga, vareta de alumínio, 125 x 90 x 57 cm

Sem título, 2024
Bateria, carro de transporte, fita de carga, vareta de alumínio, 125 x 90 x 57 cm

Sem título, 2024, Tinta e apliques de plástico sobre tela, 80 x 60 x 1.5 cm

Sem título, 2024, Tinta e apliques de plástico sobre tela, 80 x 60 x 1.5 cm

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Sem título, 2023, Marcador de tempera sobre vidro e fotocópia, 28 x 21 cm

Sem título, 2023, Marcador de tempera sobre vidro e fotocópia, 28 x 21 cm

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Capot carré, 2023, Esmalte industrial sobre ferro, 101,5 x 160,5 cm

Capot carré, 2023, Esmalte industrial sobre ferro, 101,5 x 160,5 cm

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Sem título, 2021, Fita de poliéster e moldura, 100 x 70 cm

Sem título, 2021, Fita de poliéster e moldura, 100 x 70 cm

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Pioneer PL-100, 2020, Impressão 3D sobre plinto contraplacado,
80 x 50 x 50 cm

Pioneer PL-100, 2020, Impressão 3D sobre plinto contraplacado,
80 x 50 x 50 cm

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Sem título, 2019, Objetos variados, 235 x 340 cm

Sem título, 2019, Objetos variados, 235 x 340 cm

Compêndio #45, 2017, acrílico sobre osso, prateleira de aço inoxidável,
4,50 x 20 x 7,50 cm

Compêndio #45, 2017, acrílico sobre osso, prateleira de aço inoxidável,
4,50 x 20 x 7,50 cm

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Disques colorés (ocre) / Discos coloridos (ocre), 2017
acrílico sobre discos de vinil, estrutura de alumínio,
150 x 30 x 3 cm

Disques colorés (ocre) / Discos coloridos (ocre), 2017
acrílico sobre discos de vinil, estrutura de alumínio,
150 x 30 x 3 cm

Marquise, 2017, madeira, aglomerado laminado, cavalete, alumínio, fibra de vidro, corda de nylon, molas de roupa, cerâmica, ferragens, 176 x 74 x 10 cm

Marquise, 2017, madeira, aglomerado laminado, cavalete, alumínio, fibra de vidro, corda de nylon, molas de roupa, cerâmica, ferragens, 176 x 74 x 10 cm

Exposições

Artigos

Quando (X) já não é mais do que uma Epopeia de si próprio…, Tiago Leonardo, Fevereiro 2024

Quando João Ferro Martins brinca, também faz perguntas, José Luís Porfírio, Fevereiro 2024

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