Claire de Santa Coloma

Vista de instalação, 'Eclipse', 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2024. (foto: Bruno Lopes)

Vista de instalação, 'Eclipse', 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2024. (foto: Bruno Lopes)

Vista de exposição," Um oásis ao entardecer", 20º Aniversário Prémios Novos Artistas Fundação EDP MAAT, Lisbon, 2020. (photo: MAAT / Bruno Lopes)

Vista de exposição," Um oásis ao entardecer", 20º Aniversário Prémios Novos Artistas Fundação EDP MAAT, Lisbon, 2020. (photo: MAAT / Bruno Lopes)

Vista de exposição, "Chuva", Appleton Associação Cultural, Lisboa, 2018. (foto: Photodocumenta)

Vista de exposição, "Chuva", Appleton Associação Cultural, Lisboa, 2018. (foto: Photodocumenta)

Vista de instalação, 'Pausa', 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2017. (foto: Bruno Lopes)

Vista de instalação, 'Pausa', 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2017. (foto: Bruno Lopes)

Vista da instalação. Prémio Novos Artistas Fundação EDP, MAAT, Lisboa. Claire de Santa Coloma, 'Composição eterna', 2017, Azinheira, carvalho francês, bubinga, tauari, buxo, sapeli, rádica ,castanheiro, nogueira, aço, pó de grafite, latão, couro cru, cabo de aço, metal cromado, napa e Valchromat, dimensões variáveis

Vista da instalação. Prémio Novos Artistas Fundação EDP, MAAT, Lisboa. Claire de Santa Coloma, 'Composição eterna', 2017, Azinheira, carvalho francês, bubinga, tauari, buxo, sapeli, rádica ,castanheiro, nogueira, aço, pó de grafite, latão, couro cru, cabo de aço, metal cromado, napa e Valchromat, dimensões variáveis

Vista de instalação, "Guia Prático para Fazer uma Escultura Básica de madeira", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2014

Vista de instalação, "Guia Prático para Fazer uma Escultura Básica de madeira", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2014

Vista de exposição, "As coisas que aparecem", Biblioteca Joanina, Universidade de Coimbra, 2012

Vista de exposição, "As coisas que aparecem", Biblioteca Joanina, Universidade de Coimbra, 2012

Claire de Santa Coloma, "A escassez nos salvará da catástrofe", 2011, madeira, papel, aço, cobre, pedra, 100 x 60 x 900 cm

Claire de Santa Coloma, "A escassez nos salvará da catástrofe", 2011, madeira, papel, aço, cobre, pedra, 100 x 60 x 900 cm

Claire de Santa Coloma (1983, Buenos Aires, Argentina) vive e trabalha em Buenos Aires. A sua obra escultórica incide sobre questões formais, que pretendem focar-se na primordialidade da matéria (que é quase sempre a madeira) e no tema da escultura em si. A economia de materiais é um dos princípios regentes na sua prática, muitas vezes ditando a forma do objeto final. A relação entre o espectador e a escultura é outra camada importante na leitura da sua obra, tendo sido, conceptualmente, o fio condutor das suas últimas exposições individuais. Estudou escultura de talha directa nos Ateliers Beaux Arts de la ville de Paris. Simultaneamente, obteve o mestrado de investigação em Artes Plásticas na Universidade La Sorbonne, Paris. Entre 2007 e 2009 foi artista residente na Casa de Velázquez em Madrid. Entre 2009-2010 frequentou o programa de Estudos Independentes da MAUMAUS, em Lisboa, com o qual participou na 29ª Bienal de São Paulo. Em 2010, participou na residência La Belle Alliance (Metropole), no Goethe Institute de Lisboa. Em 2017 é convidada para integrar o programa de Lisboa Capital de Cultura Ibero Americana com uma residência nos ateliers dos Coruchéus e um projeto a apresentar na galeria Quadrum. No mesmo ano, vence Prémio Novos Artistas Fundação EDP (Lisboa, 2017). Expõe regularmente desde 2008.

Entre as suas exposições individuais destacam-se: Eclipse, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2024); Modo de uso, 3+1 Arte Contemporânea, Lisbon (2020); Chuva, Appleton – Associação Cultural, Lisboa (2018); Guia Prático para Fazer uma Escultura Básica de Madeira, Galeria 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2014); A escassez nos salvará da catástrofe, Galeria 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2011) e A Experiência da Medida, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2010).

Entre as suas exposições colectivas destacam-se: SONHO MANIFESTO! Em Leiria, todas as árvores são pinheiros, com curadoria de Rita Gaspar Vieira e Sandra Viera Jürgens, Centro de Artes Villa Portela, Leiria (2025); Enquanto Isso // Meanwhile, com curadoria de Ana Almeida, Ana Carolina Esteves, Inês Santos, Joana Encantado, Juliana Carvalho e Victoria Lacerda, coordenação de Ana Rito, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa (2024); Imaginário Coletivo: Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, curadoria de Sandra Vieira Jürgens, Museu de Aveiro/Santa Joana, Aveiro (2024); STONE ALIVE: Uma interpretação cultural das Pedras, curadoria de Marta Jecu, Museu Geológico, Lisboa (2022); Objectos Específicos Parte 1 – Obras da Colecção Figueiredo Ribeiro, curadoria de Ana Anacleto e João Silvério, Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes, Abrantes (2022); Um Oásis ao Entardecer, Fundação EDP, MAAT, Lisboa (2020); Constelações III, Museu Berardo, Lisboa (2020); Coleção Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (2018); 1000 anos depois entre Vénus e Marte, obras da Colecção António Cachola, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); Prémio Novos Artistas Fundação EDP, MAAT, Lisboa (2017); Excusa Argumental, Museo de Arte Contemporáneo Gaz Natural Fenosa, A Coruña (2015); Bienal de Arte de Buenos Aires, Buenos Aires (2013); Geografía Portátil, MUMU, Córdoba, Argentina (2013).

Coleções incluem: Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal; Fundação EDP, Portugal; Banco Supervielle, Argentina; HRH of Luxembourg; Casa de Velázques, Espanha; Deutsche Bank, Portugal; António Cachola, Portugal; Colecção de Arte Contemporânea do Estado, Portugal; Colecção da Câmara Municipal de Lisboa, Portugal; Coleção Vasco Santos, Portugal; Coleção Valzuela, Espanha; Fundación María Cristina Masaveu Peterson, Espanha; Coleção Galila Barzilai Hollander, Bélgica; entre outras coleções públicas e particulares em Portugal, Bélgica, Brasil, França, Alemanha, Noruega, Dinamarca, Singapura, Argentina e Estados Unidos.

Selected work

Sem título, 2026
Papel recortado, 49 x 39 cm

Sem título, 2026
Papel recortado, 49 x 39 cm

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Sem título, 2025
Ñandubai, 35 x 19 x 19 cm

Sem título, 2025
Ñandubai, 35 x 19 x 19 cm

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Sem título (One), 2024
Papel recortado, 160,5 x 125 cm

Sem título (One), 2024
Papel recortado, 160,5 x 125 cm

Sem título, 2024
Ferro, latão, madeira de ñandubai, madeira de freixo, 154 x 38 x 38 cm

Sem título, 2024
Ferro, latão, madeira de ñandubai, madeira de freixo, 154 x 38 x 38 cm

Sem título, 2023
Eucalipto, pó de grafite, latão, 46,5 x 19,5 x 7 cm

Sem título, 2023
Eucalipto, pó de grafite, latão, 46,5 x 19,5 x 7 cm

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Sem título (céu), 2021
Tinta da china sobre papel Arches 300g, 114 x 150 cm

Sem título (céu), 2021
Tinta da china sobre papel Arches 300g, 114 x 150 cm

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Sem título, 2021
Laranjeira de Osage e Tília, 114 x 19 x 24 cm

Sem título, 2021
Laranjeira de Osage e Tília, 114 x 19 x 24 cm

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Escultura com pedra, 2018
Araucaria e pedra recolhida na Pré-cordilheira dos Andes (Patagônia Argentina), 34 x 49 x 52 cm

Escultura com pedra, 2018
Araucaria e pedra recolhida na Pré-cordilheira dos Andes (Patagônia Argentina), 34 x 49 x 52 cm

Escultura sobre tela, 2017
Carvalho francês, linho sobre estrutura de madeira, 21 x 180 x 125 cm

Escultura sobre tela, 2017
Carvalho francês, linho sobre estrutura de madeira, 21 x 180 x 125 cm

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Sem título, 2017
Madeira, pó de grafite, aço, 127 x 20 x 20 cm

Sem título, 2017
Madeira, pó de grafite, aço, 127 x 20 x 20 cm

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9 Cantos Rodados, 2013-2017
Nogueira, linho sobre estrutura de madeira, 45 x 160 x 200 cm

9 Cantos Rodados, 2013-2017
Nogueira, linho sobre estrutura de madeira, 45 x 160 x 200 cm

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Lo que se ve no se pregunta, 2016
Madeira de Castanheira, cabo de aço, serra-cabo, 150 x 20 x 20 cm

Lo que se ve no se pregunta, 2016
Madeira de Castanheira, cabo de aço, serra-cabo, 150 x 20 x 20 cm

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Exposições

Artigos

Como poeira sobre vidro, Tomás Camillis, Dezembro 2024

Modo de uso, de Claire de Santa Coloma, Bárbara Valentina, Fevereiro 2020

Claire de Santa Coloma, Chuva, Bárbara Valentina, Dezembro 2018

Uma Pausa com Claire de Santa Coloma, Manuela Synek, Janeiro 2018

Gosto da frase “less is more”…, Susana Moreira Marques, Dezembro 2017

Composição Eterna, Beatriz Marquilhas, Novembro 2017

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