Adriana Proganó
"Echoes of whispers, plimplim", Casa da Cerca, Almada, 2026. Foto: Enric Vives-Rubio
"Echoes of whispers, plimplim", Casa da Cerca, Almada, 2026. Foto: Enric Vives-Rubio
Vista de exposição, "I kissed the snake hello", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2023. Foto: Bruno Lopes
Vista de exposição, "I kissed the snake hello", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2023. Foto: Bruno Lopes
Vista de exposição "Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2022". Foto: Bruno Lopes
Vista de exposição "Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2022". Foto: Bruno Lopes
Vista de exposição "Somos todos patos a querer ser cavalos", curadoria de Filipa Oliveira, Casa da Cerca, Almada, 2020
Vista de exposição "Somos todos patos a querer ser cavalos", curadoria de Filipa Oliveira, Casa da Cerca, Almada, 2020
"Echoes of whispers, plimplim", Casa da Cerca, Almada, 2026. Foto: Enric Vives-Rubio
Vista de exposição, "I kissed the snake hello", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2023. Foto: Bruno Lopes
Vista de exposição "Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2022". Foto: Bruno Lopes
Vista de exposição "Somos todos patos a querer ser cavalos", curadoria de Filipa Oliveira, Casa da Cerca, Almada, 2020
Vista de instalação, Residência Thirdbase Edição#5, Lisboa, 2020
Vista de exposição, "BAD BEHAVIOUOR", curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, Galeria da Boavista - Galerias Municipais, Lisboa, 2019
Adriana Proganó (Lucerna, 1992) vive e trabalha em Lisboa. O trabalho de Proganó parte de um imaginário próprio, em que o gesto de pintar é um ímpeto, não só espontâneo, mas necessário. Pinturas com cores vibrantes e pinceladas destemidas, sem restrições, são testemunhos do que ocupa a mente da artista naquele instante. O corpo e o peso das normas sociais são temáticas frequentes nas suas obras, nunca esquecendo a genuinidade e humor, numa vontade de criar que não pode ser contida. Licenciada em Artes Visuais pela ESAD, Caldas da Rainha, estudou pintura na Accademia di Belli arti di Venezia, Itália, e fez uma Pós-Graduação em Artes Visuais também na ESAD. Desde 2018 que tem vindo a participar em exposições individuais e colectivas.
Das exposições individuais destacam-se: Echoes of whispers, plimplim, com curadoria de John Romão, BoCA Bienal, Lisboa (2025); I kissed the snake hello, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2023); Somos todos patos a querer ser cavalos, com curadoria de Filipa Oliveira, Casa da Cerca, Almada (2020); Oouups, Galeria Zé dos Bois, Lisboa (2019); BAD BEHAVIUOUR, com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, Galeria da Boavista – Galerias Municipais, Lisboa (2019).
Das exposições colectivas destacam-se: Turn around. Um olhar sobre a Coleção de Arte Fundação EDP, com curadoria de João Pinharanda, Margarida Chantre e Sérgio Mah, Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia – MAAT, Lisboa (2026); Um Silabário Por Reconstruir II, com curadoria de José Maçãs de Carvalho e Tiago Candeias, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2025); JARRA HUMANA, com curadoria de Francisca Portugal e Sandra Vieira Jürgens, MACE – Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2024); Hoje Soube-me a Pouco, com curadoria de João Pinharanda e Sérgio Mah, Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia – MAAT, Lisboa (2024); Fantasma Gaiata, curadoria de Bruno Marchand, Culturgest, Lisboa (2023); Prémio Novos Artistas Fundação EDP (vencedora), curadoria de Luís Silva, Luísa Santos e Sara Antónia Matos, Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia – MAAT, Lisboa (2022); Quem nos salva?, curadoria de Ana Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2022); Tenho de continuar, não posso continuar, vou continuar, curadoria de Victor Pinto da Fonseca, Plataforma Revólver, Lisboa (2022); Sonic Youth, com curadoria de Filipa Oliveira, Galeria Municipal de Almada, Almada (2019); Artists on the line, com curadoria de Carolina Trigueiros, Lisboa (2019); Umbigo, com curadoria de Ana Vidigal, Espaço Real, Lisboa (2019); I will take the risk, com curadoria de Carolina Trigueiros, Tomás Hipólito Studio, Lisboa (2019); LOCUS19, Lisboa (2018); Bienal da Cerveira, Vila nova da Cerveira (2018). Em 2022 Adriana Proganó foi a vendedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP. O seu trabalho foi capa da Contemporânea#5 (2020) e mereceu alguns textos como: “2019: presentismo e precarização”, artigo de Marta Mestre (Contemporânea, Março, 2020); Umbigo Magazine, “Bad Behaviuouor by Adriana Proganó, at Galeria da Boavista”, artigo de Francisco Correia (2019); Umbigo#69, Entrevista por Ana Vidigal e Umbigo (2019); Crítica de Celso Martins na Revista do Expresso (2019); Publicação na Dose#3 (2019).
O seu trabalho integra colecções como a Colecção de Arte Contemporânea do Estado, PT; Colecção da Fundação EDP, PT; Colecção António Cachola, PT; Colecção Norlinda e José Lima, PT; Colecção Caixa Geral de Depósitos, PT e Coleção Vasco Santos, PT.
Obras seleccionadas
Pretty tree, 2025
Fibra de vidro, poliestireno e tinta a óleo, 214 x 173 x 85 cm
Pretty tree, 2025
Fibra de vidro, poliestireno e tinta a óleo, 214 x 173 x 85 cm
Shield of attack, 2025
Óleo sobre tela, 203 x 208 cm
Shield of attack, 2025
Óleo sobre tela, 203 x 208 cm
Licking blue away, 2025
Óleo sobre tela, 163 x 201 cm
Licking blue away, 2025
Óleo sobre tela, 163 x 201 cm
Secret hug on the top of the tree, 2024
Óleo sobre tela, 197 x 157 cm
Secret hug on the top of the tree, 2024
Óleo sobre tela, 197 x 157 cm
Not day not night, an invisible space in time, 2023
Óleo sobre tela, 184 x 207 cm. Foto: Bruno Lopes
Not day not night, an invisible space in time, 2023
Óleo sobre tela, 184 x 207 cm. Foto: Bruno Lopes
Cold soft swim with you, 2023
Óleo sobre tela, 175 x 206 cm. Foto: Bruno Lopes
Cold soft swim with you, 2023
Óleo sobre tela, 175 x 206 cm. Foto: Bruno Lopes
I breathe you, you breathe me, 2023
Óleo sobre tela, 160 x 206 cm. Foto: Bruno Lopes
I breathe you, you breathe me, 2023
Óleo sobre tela, 160 x 206 cm. Foto: Bruno Lopes
Pretty tree, 2025
Fibra de vidro, poliestireno e tinta a óleo, 214 x 173 x 85 cm
Shield of attack, 2025
Óleo sobre tela, 203 x 208 cm
Licking blue away, 2025
Óleo sobre tela, 163 x 201 cm
Secret hug on the top of the tree, 2024
Óleo sobre tela, 197 x 157 cm
Not day not night, an invisible space in time, 2023
Óleo sobre tela, 184 x 207 cm. Foto: Bruno Lopes
Cold soft swim with you, 2023
Óleo sobre tela, 175 x 206 cm. Foto: Bruno Lopes
I breathe you, you breathe me, 2023
Óleo sobre tela, 160 x 206 cm. Foto: Bruno Lopes
Sem título, 2020
Óleo sobre tela, 155 x 122 cm
chest bump, 2020
Óleo sobre tela, 155 x 122 cm, 2020
connected, 2020
Óleo sobre tela, 158 x 192 cm
kick, 2019
Acrílico sobre tela, 140 x 120 cm
Sem título, 2019
Óleo sobre tela, 147 x 199,5 cm
Exposições
Artigos
Para voltar a sonhar ou o frescor violeta de Adriana Proganó, Laila Algaves Nuñez, Junho 2023
Purple plain, Proganó na terra da gente púrpura, João Borges da Cunha, Junho 2023
Somos todos patos a querer ser cavalos…, Bárbara Valentina, Dezembro 2020
Bad Behaviuouor de Adriana Proganó, na Galeria da Boavista, Francisco Correia, Novembro 2019