Alberto Carneiro
Os caminhos do corpo
Trajecto dum corpo,1976-1977
Provas fotográficas a preto e branco e cor em gelatina sal de prata coladas sobre cartolina, 48 elementos, 185 x 262,5 cm, Edição de 2
Trajecto dum corpo,1976-1977
Provas fotográficas a preto e branco e cor em gelatina sal de prata coladas sobre cartolina, 48 elementos, 185 x 262,5 cm, Edição de 2
Coluna com fim: 1 para 7 para 9, 2005
Madeira de mogno, 260 x 35 x 38 cm
Coluna com fim: 1 para 7 para 9, 2005
Madeira de mogno, 260 x 35 x 38 cm
Meu corpo planta 3, 2005
Madeira de castanheiro, 143 x 15 x 25 cm
Meu corpo planta 3, 2005
Madeira de castanheiro, 143 x 15 x 25 cm
Sem título, 2015, Grafite sobre papel Canson, 42 x 59,4 cm (foto: Filipe Braga)
Sem título, 2015, Grafite sobre papel Canson, 42 x 59,4 cm (foto: Filipe Braga)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra. Linha do olhar: do corpo sobre a paisagem (série C), 2002-2003
Grafite sobre papel Fabriano e vegetal, com sobreposição de papel vegetal, 15 x 50 cm (cada desenho) | 18,5 x 749 cm (total)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra. Linha do olhar: do corpo sobre a paisagem (série C), 2002-2003
Grafite sobre papel Fabriano e vegetal, com sobreposição de papel vegetal, 15 x 50 cm (cada desenho) | 18,5 x 749 cm (total)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra. Linha do olhar: do corpo sobre a paisagem (série C) (Detalhe) (foto: Bruno Lopes)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra. Linha do olhar: do corpo sobre a paisagem (série C) (Detalhe) (foto: Bruno Lopes)
Murmúrios da floresta, 2004, Madeira de nogueira, 50 x 260 x 50 cm (foto: Bruno Lopes)
Murmúrios da floresta, 2004, Madeira de nogueira, 50 x 260 x 50 cm (foto: Bruno Lopes)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra, 2002-2003
Provas fotográficas preto e branco em gelatina sal de prata, espelho e marcador, 22 elementos, 18,5 x 259,5 cm, Edição Única
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra, 2002-2003
Provas fotográficas preto e branco em gelatina sal de prata, espelho e marcador, 22 elementos, 18,5 x 259,5 cm, Edição Única
Vista de exposição (foto: Bruno Lopes)
Trajecto dum corpo,1976-1977
Provas fotográficas a preto e branco e cor em gelatina sal de prata coladas sobre cartolina, 48 elementos, 185 x 262,5 cm, Edição de 2
Vista de exposição (foto: Bruno Lopes)
Coluna com fim: 1 para 7 para 9, 2005
Madeira de mogno, 260 x 35 x 38 cm
Vista de exposição (foto: Bruno Lopes)
Meu corpo planta 3, 2005
Madeira de castanheiro, 143 x 15 x 25 cm
Vista de exposição (foto: Bruno Lopes)
Sem título, 2015, Grafite sobre papel Canson, 42 x 59,4 cm (foto: Filipe Braga)
Vista de exposição (foto: Bruno Lopes)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra. Linha do olhar: do corpo sobre a paisagem (série C), 2002-2003
Grafite sobre papel Fabriano e vegetal, com sobreposição de papel vegetal, 15 x 50 cm (cada desenho) | 18,5 x 749 cm (total)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra. Linha do olhar: do corpo sobre a paisagem (série C) (Detalhe) (foto: Bruno Lopes)
Murmúrios da floresta, 2004, Madeira de nogueira, 50 x 260 x 50 cm (foto: Bruno Lopes)
Vista de exposição (foto: Bruno Lopes)
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra, 2002-2003
Provas fotográficas preto e branco em gelatina sal de prata, espelho e marcador, 22 elementos, 18,5 x 259,5 cm, Edição Única
Os caminhos da água e do corpo sobre a terra, 2002-2003, (Detalhe) (foto: Bruno Lopes)
A 3+1 Arte Contemporânea tem o prazer de apresentar Os caminhos do corpo, uma exposição individual de Alberto Carneiro.
Alberto Carneiro (Trofa, 1937–2017) foi um dos mais importantes escultores portugueses, tendo participado em certames artísticos notáveis como a Bienal de Veneza de 1976, a Bienal de São Paulo de 1977 e a exposição Alternativa Zero, organizada por Ernesto de Sousa em Portugal, em 1977. A sua vida e obra foi amplamente influenciada pela atividade agrícola e a proximidade com a terra, abordando temas como a natureza e o corpo em territórios próximos do conceptualismo, minimalismo e de land art.
Penelope Curtis, ex-diretora do Museu Gulbenkian, escreve: “O modo como Carneiro combina a prática artística de vanguarda com as aparentemente infindáveis rotinas do campo é verdadeiramente singular. A sua breve fixação de estados agrícolas, que de outro modo seriam transitórios, através de um processo longo, revela também uma aguda atenção. A sua própria formação artesanal nas oficinas de santeiro, a sua proximidade com os materiais e o seu enraizamento na sua cultura de origem, dotaram-no de um arsenal com o qual trabalhar e produzir novos modos de produção manual. Tudo o que fez parece ser informado pela destreza manual – particularmente evidente no ritmo e espaçamento dos seus desenhos – e as suas mãos tanto eram tema como ferramenta.”
A exposição Os caminhos do corpo reúne uma seleção de trabalhos seminais – obras em papel, fotografia e escultura – destacando períodos distintos na carreira do artista.
16.09.21 → 30.10.21
Inauguração 16.09.21, 14h → 20h
Podcast Contemporânea → Isabel Carlos e Catarina Rosendo
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