Rita Ferreira

Vista de exposição, "FLORA: Aquisições do Núcleo de Arte Contemporânea da CML e do Atelier-Museu Júlio Pomar (2018, 2019, 2020)", curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2021. (foto: AJMP)

Vista de exposição, "FLORA: Aquisições do Núcleo de Arte Contemporânea da CML e do Atelier-Museu Júlio Pomar (2018, 2019, 2020)", curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2021. (foto: AJMP)

Vista de exposição, "Mal-me-quer", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2020. (foto: Bruno Lopes)

Vista de exposição, "Mal-me-quer", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2020. (foto: Bruno Lopes)

Vista de exposição, "Mal-me-quer", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2020. (foto: Bruno Lopes)

Vista de exposição, "Mal-me-quer", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2020. (foto: Bruno Lopes)

Vista de instalação, "Mais nada se move em cima do papel", curadoria de Sara Antónia Matos, Centro de Arte de Águeda, Portugal, 2020. (foto: Centro de Arte de Águeda)

Vista de instalação, "Mais nada se move em cima do papel", curadoria de Sara Antónia Matos, Centro de Arte de Águeda, Portugal, 2020. (foto: Centro de Arte de Águeda)

Vista de instalação, "A Terceira Margem", Anozero’ 19 Bienal de Coimbra, Coimbra, Portugal 2019. (foto: Francisco Ferreira)

Vista de instalação, "A Terceira Margem", Anozero’ 19 Bienal de Coimbra, Coimbra, Portugal 2019. (foto: Francisco Ferreira)

Vista de instalação, "Parasita", curadoria de João Silvério, Travessa da Eremida, Lisboa, 2019. (foto: Bruno Lopes)

Vista de instalação, "Parasita", curadoria de João Silvério, Travessa da Eremida, Lisboa, 2019. (foto: Bruno Lopes)

Vista de exposição, "Chama", Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2018. (foto: AMJP)

Vista de exposição, "Chama", Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2018. (foto: AMJP)

Vista de exposição, "Tudo o que é profundo ama a máscara", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa 2017

Vista de exposição, "Tudo o que é profundo ama a máscara", 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa 2017

Vista de exposição, "Boca Seca Coluna Húmida", Galeria Diferença, Lisboa 2017

Vista de exposição, "Boca Seca Coluna Húmida", Galeria Diferença, Lisboa 2017

Rita Ferreira (Óbidos, 1991) vive e trabalha em Lisboa. A pintura de Rita Ferreira extrai do seu arquivo pessoal coisas efémeras e memórias antigas, um arquivo cuja legibilidade é no entanto excluída e adiada. Rita Ferreira obteve a sua licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Venceu, em 2016, a Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional da Cultura. Exposições individuais: Mal-me-quer, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2020); Parasita, curadoria de João Silvério, Travessa da Ermida, Lisboa (2019); Tara, Galería F2, Madrid (2019); Anexo B – Rita Ferreira, curadoria de Ana Cristina Cachola, Lisboa (2018); Boca Seca Coluna Húmida, curadoria de Ana Cristina Cachola, Galeria Diferença, Lisboa (2017). Entre as exposições coletivas contam-se: Objectos Específicos Parte 1 – Obras da Colecção Figueiredo Ribeiro, curadoria de Ana Anacleto e João Silvério, Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes, Abrantes (2022); Um Corpo, Um Rio, curadoria de David Revés, Galeria Liminare, Lisboa (2021); Badabum! (com Jorge Varanda), UPPERCUT, Lisboa (2021); Pintura: Campo de Observação, curadoria de João Pinharanda, Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (2021); Mais nada se move em cima do papel, curadoria de Sara Antónia Matos, Centro de Arte de Águeda (2020); 2012-2020: Obras da Coleção António Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2020); A Terceira Margem, Anozero’ 19 Bienal de Coimbra, Coimbra (2019); FOCUS: Portugal, curadoria de João Ribas, Art Toronto 2019, Toronto (2019); Chama, Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa (2018); 1000 anos depois entre Vénus e Marte, obras da colecção António Cachola, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); A coisa está preta, curadoria de Pipi Colonial (Ana Cristina Cachola, Daniela Agostinho e Joana Mayer), Bregas, Lisboa (2017); Primeira Página, Galeria Módulo, Lisboa (2014); O Papel do desenho. O mundo é a minha imaginação, Galeria Angeles Baños, Badajoz (2014); Finalistas de Pintura, SNBA, Lisboa (2014); Ninguém diz nada, Quinta da Alagoa, Carcavelos (2013); FUSO- Anual de Video de Arte Internacional de Lisboa, Museu da Electricidade, Lisboa (2013); Summer Calling, Sala do Veado – MNHNC, Lisboa (2013); Piquete, Residências Coop, Lisboa (2012) e GAB-A, FBAUL, Lisboa (2012). Publicou na Revista Contemporânea uma entrevista ao artista André Romão intitulada A política sente-se nos ossos em 2016, e integrou ainda o corpo editorial da Revista Marte#05 – Os processos da arte, juntamente com Catarina Rosendo, Igor Jesus, Ligia Afonso e Sara Brito, na qual publicou ainda uma entrevista ao artista José Loureiro intitulada A pintura é uma sardinha em 2014. Em 2022 Rita Ferreira é uma das finalistas do prémio EDP Novos Artistas. As suas obras integram coleções nacionais e internacionais tais como: Coleção NMNM – Noveau Museé National de Mónaco, Mónaco; Fundação EDP, Portugal; Coleção da Câmara Municipal de Lisboa, Portugal; Coleção António Cachola, Portugal; De Bruin-Heijn Collection, Países Baixos; Coleção Fernando Ribeiro, Portugal; Coleção PLMJ, Portugal; Coleção Norlinda e José Lima, Portugal; Fundação Millennium BCP, Portugal; entre outras coleções privadas em Portugal, Espanha, Dinamarca, EUA e Canada.

Obras seleccionadas

Mal-me-quer, 2020, Óleo sobre papel, cabos de aço, serra cabos e estrutura de ferro, díptico, 270 x 244 x 217 cm. Coleção Fundação EDP. (foto: Bruno Lopes)

Mal-me-quer, 2020, Óleo sobre papel, cabos de aço, serra cabos e estrutura de ferro, díptico, 270 x 244 x 217 cm. Coleção Fundação EDP. (foto: Bruno Lopes)

Fantasma, 2020, tinta permanente sobre plástico, 46,5 x 36,5 cm. (foto: Bruno Lopes)

Fantasma, 2020, tinta permanente sobre plástico, 46,5 x 36,5 cm. (foto: Bruno Lopes)

Tarte, 2019, óleo sobre papel e estrutura de ferro, 187 x 158,5 x 4 cm. (foto: Bruno Lopes)

Tarte, 2019, óleo sobre papel e estrutura de ferro, 187 x 158,5 x 4 cm. (foto: Bruno Lopes)

Mal-me-quer, 2019, óleo sobre papel e estrutura de ferro, 187 x 158,5 x 4cm. Coleção Norlinda e José Lima. (foto: Bruno Lopes)

Mal-me-quer, 2019, óleo sobre papel e estrutura de ferro, 187 x 158,5 x 4cm. Coleção Norlinda e José Lima. (foto: Bruno Lopes)

Parasita, 2019, óleo sobre papel e estrutura de ferro, 350 x 250 cm.
(foto: Bruno Lopes)

Parasita, 2019, óleo sobre papel e estrutura de ferro, 350 x 250 cm.
(foto: Bruno Lopes)

Limoeiro, 2019, Óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, 86,5 x 61 x 3 cm

Limoeiro, 2019, Óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, 86,5 x 61 x 3 cm

Bago/Cacho, 2019, óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, díptico,
(2x) 86,5 x 61 x 3 cm

Bago/Cacho, 2019, óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, díptico,
(2x) 86,5 x 61 x 3 cm

Figueira-da-índia, 2019, óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, tríptico,
(3x) 86,5 x 61 x 3cm. Coleção Millennium BCP

Figueira-da-índia, 2019, óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, tríptico,
(3x) 86,5 x 61 x 3cm. Coleção Millennium BCP

Pétala, 2019, óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, tríptico,
86,5 x 61 x 3cm.

Pétala, 2019, óleo sobre papel, estrutura de ferro e ímanes, tríptico,
86,5 x 61 x 3cm.

Mal-me-quer, 2020, Óleo sobre papel, 86,5 x 61 cm. (foto: Bruno Lopes)

Mal-me-quer, 2020, Óleo sobre papel, 86,5 x 61 cm. (foto: Bruno Lopes)

Mal-me-quer, 2020, Óleo sobre papel, 67,5 x 61 cm. (foto: Bruno Lopes)

Mal-me-quer, 2020, Óleo sobre papel, 67,5 x 61 cm. (foto: Bruno Lopes)

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