Rita Ferreira
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Rita Ferreira (1991) vive e trabalha em Lisboa e Berlim. Obteve a sua licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Venceu, em 2016, a Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional da Cultura. Realizou a primeira exposição individual na Galeria Diferença em Lisboa intitulada Boca Seca Coluna Húmida com curadoria de Ana Cristina Cachola em 2017. Entre as exposições colectivas contam-se: Chama, Atelier-Museu Júlio Pomar (Lisboa, 2018); 1000 anos depois entre Vénus e Marte, obras da colecção António Cachola, Galeria Municipal do Porto (Porto, 2017); A coisa está preta, curadoria de Pipi Colonial (Ana Cristina Cachola, Daniela Agostinho e Joana Mayer), Bregas (Lisboa, 2017); Primeira Página, Galeria Módulo (Lisboa, 2014); O Papel do desenho. O mundo é a minha imaginação, Galeria Angeles Baños (Badajoz, 2014); Finalistas de Pintura, SNBA (Lisboa, 2014); Ninguém diz nada, Quinta da Alagoa (Carcavelos, Lisboa, 2013); FUSO- Anual de Video de Arte Internacional de Lisboa, Museu da Electricidade (Lisboa, 2013); Summer Calling, Sala do Veado – MNHNC (Lisboa, 2013); Piquete, Residências Coop (Lisboa, 2012) e GAB-A, FBAUL (Lisboa, 2012). Publicou na Revista Contemporânea uma entrevista ao artista André Romão intitulada A política sente-se nos ossos em 2016 e integrou ainda o corpo editorial da Revista Marte#05 – Os processos da arte juntamente com Catarina Rosendo, Igor Jesus, Ligia Afonso e Sara Brito na qual publicou ainda uma entrevista ao artista José Loureiro intitulada A pintura é uma sardinha em 2014.

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