João Ferro Martins
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João Ferro Martins (Santarém, 1979) vive e trabalha em Lisboa. Objectos tridimensionais e questões relacionadas com pintura e música formam a base da carreira artística de João Ferro Martins. Desenvolve também inúmeras acções que envolvem teatro, performance e vídeo. O trabalho está assente num processo onde ideias, memórias, sintomas e outras vertentes imateriais encontram a sua substância, a sua existência física particular. Como o trabalho não está limitado a nenhum médium especí?co, é mais provável que a forma advenha de uma sugestão conceptual. Licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha. Para além de várias exposições individuais teve presença em exposições colectivas como: Wait, com curadoria de Orlando Franco, Museu Berardo, Lisboa (2019)Germinal – O Núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP, com curadoria de Ana Anacleto e Pedro Gadanho, MAAT, Lisboa (2018); Prémio EDP Novos Artistas Fundação EDP, Porto (2013); Visões do Desterro, Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2013); I wish this was a song, Music in Contemporary Art, Nasjonalmuseet, Museet for samtidskunst, Oslo (2012); 7 Artistas ao 10º Mês, F.C.Gulbenkian, Lisboa (2008). Em palco co-criou e interpretou: O Declive e a Inclinação (Alexandre Pieroni Calado e JFM), (2011) Nocturno para sala silvestre (Gonçalo Alegria e JFM), Teatro do Vestido, Lisboa; Retrato Possível e Concerto Triangular (Andrea Brandão e JFM), Appleton Square, Lisboa. Entre 2013 e 2015 desenvolveu temas sonoros originais para 3 peças com encenação de Alexandre Pieroni Calado. Fez cenogra?a e ?gurinos para a peça O limpo e o sujo de Vera Mantero de 2016. É fundador, juntamente com Hugo Canoilas, do colectivo A kills B com o qual esteve presente em: Nam June Paik Art Center, Seul em 2008, exibiu o projecto A mata B na F.C.Gulbenkian, Lisboa em 2012 e actuou no Palais de Tokyo, Paris em 2013.

CV